quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Fotojornalismo - Revista de Natureza Urbana

Mais um trabalhinho (fotojornalismo) feito por Carolina Camara e eu. Se quiser ver, acesse o site!

http://www.4shared.com/file/74680761/6d4b8636/fotojornalismo.html

Assessoria de Imprensa - Empresa Jequiti

Segue o projeto de assessoria de imprensa. Trabalhamos em cima da empresa Jequiti, de cosméticos:

http://www.4shared.com/file/75409886/c037d7d2/Jequiti_Finalizado.html

Yellow Magazine

Segue o link para o jornal Yellow Magazine, criado pela Carolina Camara e por mim.

http://www.4shared.com/file/75413816/4328a54f/jornaldefinitivo.html

Carro ou Transporte Público? Na dúvida, vá de bike!

A quantidade de carros nas ruas da cidade de São Paulo tem aumentado consideravelmente nos últimos anos, e hoje, ao perceber a insatisfação e a dificuldade do paulistano para cumprir horários de suas atividades rotineiras, tais como trabalho, escola ou lazer, e o stress causado em decorrência desta situação, a prefeitura começou a se mobilizar a fim de melhorar a situação do tráfego na cidade.

E os transportes públicos? Estes não foram esquecidos pela população que utiliza automóveis particulares. Acontece que, muitas vezes, ao se deparar com ônibus, lotações e trens da CPTM e Metrô, totalmente lotados nos horários de pico, as pessoas estão se assustando e preferindo recorrer ao seu automóvel, para buscar o mínimo de conforto, e termina por não o encontrar por conta de vários outros indivíduos que tiveram a mesma idéia.

Por este e outros motivos que pessoas que não quiseram esperar pela iniciativa das autoridades paulistanas, como o Assistente Administrativo Sebastião Queiroz da Cunha, percebendo a lentidão nas ruas, a precariedade nos transportes públicos e a falta de tempo para a prática de esportes, resolveram optar pelo uso da bicicleta para se locomover diariamente para o trabalho, e aos finais de semana e feriados, para outras atividades, que outrora exigiam a utilização do carro de passeio ou motocicleta.

Sebastião utiliza a bicicleta para trabalhar desde 20 de março de 2007, pedalando em média 9,70 quilômetros por dia e faz um controle diário de sua economia com combustível e tarifas de transportes coletivos, por exemplo, entre 20 de março de 2007 a 14 de setembro do mesmo ano, economizou R$519,80.

E quanto aos perigos que podem ser enfrentados em uma grande rodovia? Nosso entrevistado confessa que nos primeiros dias em que resolveu ir trabalhar de bicicleta, sua família teve algum receio quanto a “concorrência” com outros transportes na rua porém, logo foi esclarecido que o trajeto residência –trabalho não oferecia riscos. Como isto é possível? Simples. Com a versatilidade da bike somada ao bom senso, Sebastião consegue encontrar caminhos alternativos em ruas de menor movimento para possibilitar sua chegada – são e salvo – ao seu destinho.

Apesar de ainda não haver uma regra específica para ciclistas, a não ser a proibição de circulação em alguns lugares, Sebastião estabeleceu suas próprias regras: respeita os pedestres como se estivesse em um automóvel ou motocicleta, se mantém sempre à direita e quando há grande fluxo de automóveis na rua, impossibilitando sua locomoção segura, utiliza a calçada com o mínimo de velocidade e o máximo cuidado com os pedestres, se há muitos pedestres na calçada ou quando a calçada é muito estreita, segue a pé, com a bicicleta ao lado.

Para que não ocorram imprevistos, Sebastião carrega sempre consigo alguns itens para reparos rápidos em caso de falhas em sua bike, o que batizou como “kit de primeiros socorros”, e uma vez por semana realiza a limpeza e lubrificação de seu transporte para que sempre permaneça como novo.

Roupa escocesa complementa guarda-roupas brasileiros

Já faz muito tempo que o guarda-roupas dos meninos precisa de mudanças radicais. A calça jeans e o velho bermudão já não estão mais atendendo as necessidades dos rapazes que querem liberdade e originalidade na composição de seu visual. E porque não usar saias? Isso mesmo! Existem saias masculinas e não são criação nova: eram usadas pelo antigo povo celta e foram adotadas pelos escoceses com o nome “kilt” que, diferente do que se imagina, ainda não eram xadrezes na época em que foram criados.

No Brasil, roqueiros, clubbers, punks e outros grupos começaram há um bom tempo a somarem ao visual esta nova peça, que, segundo Emerson Gomes, 33 anos, kilt maker, ou em português “alfaiate especializado na confecção de kilts”, as saias masculinas podem ser utilizadas em qualquer lugar e em qualquer ocasião: “Pode ser utilizado em qualquer lugar. Eu costumo dizer, brincando, Evite saltar de pára-quedas usando um kilt, por exemplo.”

Os kilts brasileiros, apesar de apresentarem o modelo escocês, são confeccionados em tecidos mais leves, para se adaptarem ao clima do Brasil, oferecendo maior conforto aos seus usuários. Além disso, segundo o kiltmaker, podem se adaptar a qualquer estilo: “É só você substituir a calça, bermuda, o short, o que você tiver utilizando da cintura pra baixo pelo kilt. Combina com tudo.”

A verdade e as diferentes formas de contá-la

As pessoas podem ser facilmente influenciadas pela mídia, mas não podemos afirmar que isto acontece com a mesma intensidade sobre todos, pois cada um carrega consigo valores, crenças e ideologias diferentes. Além disso, há a diferença entre as pessoas de classe mais altas e mais baixas, com graus de instrução igualmente variados.

A mídia, por sua vez, costuma saber a quem quer passar a sua mensagem e, a partir daí, consegue os resultados esperados. Podemos perceber na TV, por exemplo, que em canais os quais normalmente são assistidos pela classe mais baixa e menos instruída, os jornais tendem a ser mais sensacionalistas, enquanto os jornais voltados para públicos com classes mais altas e mais bem instruídas possui um nível mais informativo, procurando esconder a parcialidade e parecer transparentes, mas também influenciam, de forma mais sutil o seu público.

Como o termo por si só já explica, os “formadores de opinião”, são muitas vezes, um dos únicos a terem as informações completas sobre algum acontecimento, pois são eles que obtém a informação “bruta”. Ao narrar um fato, a mídia costuma colocar as ideologias da empresa e as do próprio jornalista na maior parte de suas divulgações, salientando alguns pontos e ocultando outros, de modo a manipular a mente das pessoas que os lêem, assistem ou ouvem.

Para tentar “fugir” deste tipo de manipulação, o receptor poderá sempre optar por variar suas fontes de informação, procurando sempre “ler nas entrelinhas” a fim de chegar o mais próximo possível das informações verdadeiras.

Bike: Esporte ou Transporte?

Com o ritmo acelerado da vida cotidiana, torna-se quase impossível a realização de exercícios físicos, a meditação e outras práticas saudáveis que tornam o dia-a-dia mais agradável.

O trânsito na cidade de São Paulo - principalmente nos horários de pico - não ajuda nem um pouco neste sentido. Muito pelocontrário: só tende a prejudicar o bom andamento de nossas atividades.

Diariamente, nos deparamos com vários acidentes nas principais ruas e avenidas, competitividade entre os carros maiores e os carros menores, multas de trânsito, semáforos, enfim, dentre vários outros incontáveis incômodos que prejudicam o humor dos motoristas - e de seus passageiros, se houver - durante o resto do dia.

Procurando fugir deste estilo de vida que está se tornando cada vez mais incoveniente, algumas pessoas começam a optar pelo uso de bicicletas (as famosas "bikes"), não mais como instrumento de lazer, mas como meio de transporte propriamente dito, porém, a partir daí, começam a surgir alguns questionamentos quanto a viabilidade desta prática em uma cidade tão movimentada como a nossa.

São Paulo tem um grande índice de ruas esburacadas, as quais, além de causar incômodo ao ciclista, o expõe a grandes riscos de acidentes graves. Além disso, há a quesão do ar altamente poluído: como o ciclista não tem nenhum tipo de proteção contra isto, este fator também fica sujeito à inspiração deste ar nocivo.

Esses dois pontos remetem a uma pergunta: por qual motivo - uma vez que há vários interessados em utilizar a bicicleta como meio de transporte - as ciclovias não estão sendo construídas?

Claro que, com ciclovias e vários adeptos ao uso da bicicleta, o uso do transporte público poderá diminuir, bem como o consumo de combustível, mas seria justo que aqs autoridades passassem a pensar um pouco mais na população e no meio ambiente, deixando-se um pouco de lado os lucros com os transportes.

Quando houver uma mobilização em grande escala, podemos ter certeza de que pelo menos aqueles que aderirem a essa proposta de meio de transporte serão beneficiados com melhor saúde, maior qualidade de vida e redução significativa nos custos outrora empregados em transportes, sejam públicos ou particulares.